- domingo, janeiro 30, 2022
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Pesquisando por dicas e ideias de decoração, você já se deparou com uma peça que parecia já ter visto em algum lugar? Uma peça que chama atenção por si só, e que fica marcada como referência em nossa memória? Essas pelas, conhecidas como clássicos do design, possuem uma história rica, que, por sua originalidade e inovação, se tornaram referência quando se trata de design.
Essas peças são também itens-chave na decoração, visto que combinam com diversos tipos de espaço, tornando rica qualquer decoração, além de possuírem uma história que deixa sua decoração mais rica em propósito e significado. Pensando nisso, em parceria com o Atelier Clássico, trouxemos 5 design de poltronas que revolucionaram a forma de se sentar.
1- Cadeira Unilabor, por Geraldo Barros (1950)
Projetada por Geraldo Barros, através da oficina-laboratório Unilabor, essa cadeira é um item clássico de decoração, que marca o início das reedições de peças históricas sob responsabilidade de Baba Vacaro. Trata-se de uma cadeira confortável, que faz referência à arte concreta e a simplicidade.
2- Poltrona Bowl, por Lina Bo Bardi (1951)
Projeta por Lina Bo Bardi, a mesma arquiteta que projetou o Museu de Arte de São Paulo, a Poltrona Bowl foi inspirada na tradicional cumbuca, ou cuia, tigela, item brasileiríssimo que serviu de inspiração para a arquiteta. Seu design permite que a poltrona possa girar em todas as direções, visto que as duas partes estão soltas, pensando assim o usuário como o centro.
3- Poltrona Mole, por Sergio Rodrigues (1957)
Talvez você já tenha visto esse design por aí. Trata-se da poltrona mole, projetada não para sentar, mas para se esparramar. Trata-se de uma das peças mais famosas de design brasileiro, criada por Sergio Rodrigues, e é feita com tiras de couro, madeira e almofadas, que proporcionam todo o conforto a quem usa. Já foi usada por artistas e famosos, sendo uma referência de design. Não é linda?
4- Poltrona Dinamarquesa, por Jorge Zalszupin (1959)
Possui braços que se elevam acima do assento, lembrando colunas de um palácio. Essa poltrona faz referência ao design escandinavo, tendo suas linhas curvas e finas lindamente esculpidas como sua marca registrada. Trata-se de uma cadeira luxuosa que enriquece qualquer ambiente.
5- Poltrona Peg Lev, por Michel Arnoult (1968)
Michel Arnoult, que também foi precursor do design "flat-pack", idealizou a Poltrona Peg Lev como um móvel kit. Sua ideia era criar um móvel fácil de montar e desmontar, o que deu origem a cadeira. Ela era vendida como uma caixa, possibilitando que o próprio usuário a montasse, sendo fácil de transportar e ser levada a outros lugares.
Você já conhecia alguma dessas poltronas? Pensou em levar a inspiração desses designers para utilizar na sua casa? Lembrando que aqui no blog temos dicas de como não errar na hora de combinar a poltrona com o sofá da sua sala, além de outras dicas de decoração, que podem te ajudar a deixar sua casa do jeitinho que você sonha.
*Nota: Esse post se trata de um publieditorial
- quarta-feira, janeiro 19, 2022
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| Me sinto como esses bonecos, jogados, descabelados, moídos numa pilha de gente e de pedaços. Quem diria que Playmobil pode ser poético? |
Fiquei muito tempo pensando se fazia esse post. 2021 não foi um ano fácil, e parte de mim dizia que o timing para falar disso tinha passado. Eu não consegui escrever em dezembro, por diversos motivos, e escrever em janeiro — com toda aquela empolgação do "ano novo vida nova" — parecia sem sentido. Mas percebi que a vontade de escrever sobre isso permanecia, e quanto mais os dias passavam, mais sem sentido ficaria escrever sobre. Então resolvi escrever de uma vez.
Aqui no blog eu tinha uma tradição de fazer uma retrospectiva do ano que se passou. Não fui fiel à tradição e fiz todos os anos, mas fiz na maioria. Em 2021, como deu pra perceber, eu não fiz. Não deu. Como eu disse, não foi um ano fácil. Começamos com a pandemia no seu auge, tivemos acesso às vacinas e a maioria de nós já tomou pelo menos uma dose. Tivemos altos e baixos o ano todo e muitas perdas. Nesse finalzinho, a esperança de que as coisas estavam melhorando, que logo tudo acabaria, para então surgir uma nova variante, uma gripe, e mais um monte de coisas que nos tirou também essa certeza. Um ano extremamente cansativo, que, embora nos traga a sensação de ter passado rápido (eu sinto que pisquei em 2019 e cá estamos nós, três anos depois), ao mesmo tempo demorou demais a passar. Todos os dias pareciam imensos, e aconteceu tanta coisa, que eu tenho dificuldade de lembrar. Todas as retrospectivas que li, ao falarem do início de 2021, pareciam falar de algo que aconteceu há mais de dez anos. Como diz o meme, viver eventos históricos é muito cansativo.
- sexta-feira, janeiro 14, 2022
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